Como vai a sua saúde financeira?

Confira 8 sinais de que sua saúde financeira não vai bem.

O estudo Pulso Brasil Fiesp/Ciesp, realizado em todo o país pelo Depecon (Departamento de Estudos e Pesquisas Econômicas) com cerca de mil entrevistados, revelou que 42% das pessoas que responderam a pesquisa consideram ter uma saúde financeira ruim ou muito ruim.

Se você se encaixa nesses números, está na hora de tomar uma atitude. Antes que a situação fique muito pior, perceba 8 sinais de que a sua saúde financeira não vai bem e contorne a situação o quanto antes.

  1. Você gasta mais do que ganha: se você gasta mais do que ganha por mês, está na hora de recalcular seus gastos. Passe a controlar as despesas para que, no final do mês, você não esteja no negativo. Corte coisas supérfluas.
  2. Todo mês você utiliza o cheque especial: se você usa o limite do cheque especial mensalmente, algo está errado. Esse tipo de atitude mostra que você está gastando mais do que deve. Por isso, planeje-se e passa a gastar apenas aquilo que ganha e não utilize cheques especiais ou outras alternativas do gênero.
  3. Você atrasa o pagamento de suas contas com frequência: se suas contas vivem atrasadas, este é um sinal de que sua saúde financeira não vai bem. Tente controlar seus gastos e ganhos para descobrir o porquê da dificuldade em cumprir os compromissos.
  4. Você abusa do cartão de crédito e não consegue pagar a fatura: se você usa até o limite de seu cartão de crédito e sempre está pagando o mínimo da fatura, tome cuidado. Pare de somar dívidas no cartão, liquide as faturas, fique apenas com um cartão e apenas compre no crédito aquilo que realmente for necessário.
  5. Você não tem ideia de quanto ganha e nem de quanto gasta: se você não faz ideia de quanto ganha e quanto gasta, e mesmo assim seu saldo continua negativo, está na hora de fazer as contas. Faça uma planilha com todos os seus ganhos e gastos para poder ter um controle no final do mês e, dessa forma, sair do vermelho.
  6. Você recorre a empréstimos para pagar dívidas: se quando você está lotado de dívidas, a primeira que você faz é recorrer a um empréstimo pessoal, talvez esteja indo pelo caminho errado. Em vez de pagar a dívida, você está criando outra. O mais recomendável é quitar a dívida que você já tem e não criar uma nova. Tente negociar com quem você está devendo e não com um banco ou uma financiadora.
  7. Mais de 30% de seu salário está comprometido: normalmente, os bancos e financiadoras recomendam que seja comprometido apenas 30% do salário de uma pessoa. Porém, há quem ultrapasse esse limite e acabe comprometendo parte do dinheiro que é destinado para despesas básicas, como comida e saúde. Por isso, tente nunca comprometer mais de 30% de seu salário.
  8. Você vive preocupado com a sua situação financeira: se você encosta a cabeça no travesseiro e não consegue dormir pensando em todas as contas que tem para pagar, esse é um sinal claro de que sua saúde financeira não vai bem. Por isso, repense sua situação e tente consertá-la para poder dormir tranquilamente à noite. E, assim, preservar a saúde de uma forma geral.

Fonte: blogdaseguros.com.br

Novembro Azul: um alerta à população masculina

20131126_novembro_azul_v2
Após o Outubro Rosa, mais um importante passo inicia pela prevenção. O foco passa a ser contra o câncer de próstata. Seguindo exemplo, o Novembro Azul integra a programação mundial para conscientizar o sexo masculino nos aspectos da prevenção da doença. Em menos de 30 anos, a taxa de mortalidade nos homens brasileiros por câncer de próstata aumentou mais de 95% e é o segundo câncer mais comum entre os homens, sendo o primeiro o de pele não melanoma. Conforme o Ministério da Saúde, são mais de 50 mil casos novos todo ano, com o número de mortes ultrapassando os 12 mil registros. O mês ainda tem um reforço nessa luta: 17 de novembro é o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Próstata.
Preconceito, falta de informação, ideias equivocadas… Estas são algumas das características do comportamento masculino quando o assunto é saúde, sobretudo quando envolve a próstata. O assunto é delicado, todos sabemos. Por isso, surgiu a ideia de desenvolver uma Campanha especialmente voltada ao esclarecimento do tema e quebra de paradigmas, para mudar de vez o cenário nacional, que traz números cada vez mais alarmantes sobre o Câncer de Próstata.

14 de novembro – Dia Mundial do Diabetes

O que é Diabetes?

Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia). Pode ocorrer devido a defeitos na produção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas. A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta de produção da insulina pelo Pâncreas, ou um defeito na sua ação resulta, portanto em acúmulo de glicose no sangue, o que chamamos de hiperglicemia.

Quais são os tipos de Diabetes?

Sabemos hoje que diversas condições podem levar ao diabetes, porém a grande maioria dos casos está dividida em dois grupos: Diabetes Tipo 1 e Diabetes Tipo 2.

Diabetes tipo 1 – Essa forma de diabetes é resultado da destruição das células produtoras de Insulina no Pâncreas por um processo imunológico, ou seja, pela formação de anticorpos pelo próprio organismo contra as células, levando a deficiência de insulina. O quadro clínico mais característico é:

  • Sede
  • Diurese e fome excessivas
  • Emagrecimento importante
  • Cansaço e fraqueza

Diabetes tipo 2 – Nesta forma de diabetes está incluída a grande maioria dos casos (cerca de 90% dos pacientes diabéticos). Nesses pacientes, ocorre a produção da Insulina, porém a ação da mesma está dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica. A instalação do quadro clínico é mais lenta e os sintomas mais frequentes são:

  • Sede
  • Aumento da diurese
  • Dores nas pernas
  • Alterações visuais

Este tipo de Diabetes, geralmente está associado a aumento de peso e obesidade, e acomete mais frequentemente adulto acima de 50 anos de idade. Contudo, observa-se, cada vez mais, o desenvolvimento do quadro em adultos jovens e até crianças.

Como saber se estou diabético?

O diagnóstico laboratorial pode ser feito de três formas e, caso positivo, deve ser confirmado em outra ocasião. São considerados positivos os que apresentarem os seguintes resultados:

  • Glicemia de jejum > 126 mg/dl (jejum de 8 horas)
  • Glicemia casual colhida em qualquer horário do dia, independente da última refeição realizada > 200 mg/dl em paciente com sintomas característicos de diabetes.
  • Glicemia > 200 mg/dl duas horas após sobrecarga oral de 75 gramas de glicose.

As pessoas que apresentam os resultados dos exames abaixo devem ser acompanhadas de perto, pois tem grande chance de tornarem-se diabéticos.

  • Glicemia de jejum > 110 mg/dl e < 126 mg/dl
  • Glicemia 2 horas após sobrecarga de 75 gr de glicose oral entre 140 mg/dl e 200 mg/dl

A prevenção para este grupo inclui:

  • Mudança de hábito alimentar
  • Prática de atividade física
  • Introdução de medicamentos:

O diagnóstico precoce do diabetes é importante não só para prevenção das complicações agudas já descritas, como também para a prevenção de complicações crônicas.

Acompanhamento médico, por quê?

  • Receber orientação nutricional adequada
  • Saber como prevenir complicações
  • Aprender a usar Insulina ou outros medicamentos
  • Aprender como usar os aparelhos que medem a glicose (glicosímetros), e as canetas de insulina.
  • Ser orientado quanto à atividade física
  • Aprender como proceder nos casos de hipoglicemia e hiperglicemia

O aprendizado é fundamental não só para o bom controle do diabetes como também para garantir autonomia e independência ao paciente. É muito importante que ele realize suas atividades de rotina, viajar ou praticar esportes com muito mais segurança

E o papel da família?

É importante o envolvimento dos familiares com o tratamento do paciente diabético, visto que, muitas vezes, há uma mudança de hábitos, requerendo a adaptação de todo núcleo familiar.

Como deve ser meu acompanhamento?

  • Consultas mensais, bimestrais, ou trimestrais.
  • Contato telefônico ou fax, com envio da monitorização glicêmica.
  • Realização de exames solicitados pelo médico periodicamente.

Estudo revela problemas de saúde de jovens que buscam reduzir estômago

Chelsea Hale fez cirurgia de redução do estômago há três anos, quando tinha 17. (Foto: AP Photo/Al Behrman)

Adolescentes americanos que buscam por cirurgias de redução do estômago têm um número surpreendente de problemas de saúde, que costumavam ser observados apenas em adultos, de acordo com um estudo financiado pelo governo americano. Os resultados foram publicados nesta segunda-feira (4) na revista científica “JAMA Pediatrics”.
Metade dos adolescentes tinha pelo menos quatro doenças ligadas ao excesso de peso. Três de quatro tinham problema de colesterol alto, quase metade tinha pressão alta ou dores nas articulações e muitos tinham doenças no fígado e rins. Esses jovens pesavam três vezes mais do que é considerado saudável.
O estudo fornece novas evidências de que a cirurgia de obesidade é geralmente segura para adolescentes, resultados que já haviam sido obtidos por estudos anteriores de curto prazo. Apesar de ser uma alternativa drástica, que deve ser usada como última opção, complicações graves só ocorreram em 8% dos jovens. Complicações menos graves, como sangramento e desidratação, afetaram 15% dos adolescentes no primeiro mês após o procedimento.
A pesquisa envolveu 242 adolescentes que fizeram cirurgia em cinco centros americanos, de 2007 a 2011 e foi financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês).
Em uma declaração recente, a Associação Americana do Coração (American Heart Association) disse que a cirurgia pode ser o tratamento mais efetivo para a “obesidade severa” em adolescentes, uma condição que afeta cerca de 5% de crianças americanas e está aumentando no país.
É considerado um caso de obesidade severa quando o índice de massa corporal (IMC) supera 35. A média de IMC no estudo era de 51.
Pelo fato de que as mudanças de estilo de vida e medicações raramente funcionarem para esse grupo de adolescentes obesos, a cirurgia deveria ser considerada por aqueles com problemas de saúde relacionados ao peso e que sejam psicologicamente maduros para lidar com o procedimento.
Os resultados mostram ainda que adolescentes se saem até melhor do que os adultos após a cirurgia, ao menos inicialmente. Não houve mortes entre os adolescentes pesquisados, enquanto estudos anteriores com adultos apresentaram algumas mortes após a cirurgia.
Os pesquisadores ainda estão trabalhando com os dados coletados para verificar se a cirurgia resultou em perda de peso duradoura e melhor saúde para os adolescentes.
A jovem Chelsea Hale foi de 142,43 quilos para 63,5 quilos, quase metade de seu antigo peso, desde que fez a cirurgia há três anos, quando tinha 17. Antes da cirurgia, ela tinha problemas hormonais, obstrução cardíaca e apneia do sono, todas ligadas à obesidade. Hoje, ela não apresenta nenhum desses problemas. “Eu me sinto bem, eu posso praticamente fazer quase tudo fisicamente”, diz Chelsea, agora estudante de enfermagem.
O cardiologista da Universidade do Colorado Robert Eckel, porta-voz da Associação Americana do Coração, disse que o estudo mostra que a cirurgia de obesidade deve ser considerada uma alternativa razoável para adolescentes, mas que os resultados podem refletir um cenário otimista, já que os cirurgiões envolvidos tinham ampla experiência.

Fonte: www.geiaplanosdesaude.com.br