O que fazer com o seu 13º salário?

Todo funcionário registrado espera pelo 13º salário. Seja qual for o destino do dinheiro, ele é capaz de desafogar dívidas e permitir um começo de ano mais tranquilo. Mas nem todos – principalmente aqueles afogados em dívidas – têm a facilidade de usar essa renda extra da melhor forma possível.

Por isso, vale a pena seguir as dicas abaixo para aproveitar bem o dinheiro do décimo terceiro.

Primeiro as dívidas
Se você acumulou diversas despesas de cartões de crédito e cheques especiais, por exemplo, não há duvidas: sua prioridade é tentar começar o ano no zero. Ou, pelo menos, com grande parte das dívidas dizimadas.

Não crie novas despesas
Também é muito comum as pessoas se endividarem no último mês do ano. É importante tentar se conter nas épocas festivas e comprar apenas o que for estritamente necessário. Evite gastar muito em roupas e acessórios, pois os preços tendem a despencar em janeiro. Por isso, só adquira o que precisar usar no dia das festas.

Poupe
Se, em vez de faltar, sobrou um dinheirinho, aproveite para guardá-lo.

Invista!
Para quem não tem problemas com as contas, ou acabou de recuperar sua saúde financeira, aproveite para investir em um Plano de Previdência.
Para quem investe ou vai investir em previdência privada, via PGBL, chega a hora de aproveitar a dedução até o limite de 12% sobre a renda bruta anual tributável na base de calculo do IR, quem utiliza o modelo completo de declaração, ou seja, você contribui ou faz aportes no PGBL e tem o abatimento da base de calculo do IR no ano seguinte.

Veja um exemplo:

Você economiza na declaração de um lado e garante uma renda futura de outro.

Fonte: blogdaseguros.com.br

Dois anos após crise de energia nuclear, o Japão inaugura sua maior usina solar

A Kyocera, empresa japonesa de eletrônicos, inaugurou neste mês a maior usina solar do país asiático. A instalação pode fornecer energia para 22.000 lares – e, o que deve ser o mais importante, ela não corre o risco de derreter, ferir trabalhadores ou espalhar água radioativa no Oceano Pacífico.

A usina tem um nome bem imponente – Mega Usina de Energia Solar Kagoshima Nanatsujima – e localiza-se em uma enseada no extremo sul do Japão, o que significa que é bastante segura mesmo em maeçaas de tempestades e tsunamis – embora esteja nas sombras de Sakurajima, um vulcão ativo. Mas não importa o que aconteça ao longo das próximas décadas, Nanatsujima não representa quase nenhuma ameaça para as comunidades próximas.

O desastre de Fukushima não é o único fator favorecendo a expansão da produção de energia solar no Japão. O país instituiu um programa de grande escala para encorajar a construção de novas usinas – e, mais importante de tudo, incentivar consumidores a escolherem energia solar no lugar de formas mais tradicionais de energia.

Esta política, que começou em 2012, é chamada “tarifa de energia”. Em sua essência, ela subsidia o alto custo da energia solar em relação a outras fontes – oferecendo pagamentos a proprietários de usinas solares para cobrir parte dos seus custos. Como o Washington Post explicou em junho, o sistema de energia solar do Japão deve dobrar em tamanho neste ano graças à “explosão” das usinas:

A tarifa de energia é um legado de Naoto Kan, o impopular primeiro ministro japonês da época do desastre de Fukushima, que decidiu após os vazamentos que a energia atômica era perigosa demais para um país com tanta possibilidade de terremotos. Então, Kan fez um acordo com o partido de oposição: ele renunciaria após o parlamento cooperar na aprovação de algumas medidas legislativas, incluindo um projeto de lei de energia renovável que estabeleceu a tarifa.

Em resumo, Kan sacrificou sua carreira política em troca de um acordo para encorajar o uso de energia solar no país. Dois anos depois, parece que ele acertou ao fazer isso.

Fonte: www.grupogeia.com.br