Dicas para fazer lanches mais leves e saudáveis ao longo do dia

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A hora que bate a fome, ou entre o almoço e o jantar, muita gente costuma optar por lanches mais calóricos. Momentos de ansiedade ou tristeza aumentam nossa busca por alimentos mais gordurosos. Mas será que essas escolhas são por causa do gosto das pessoas ou por falta de opção? Segundo os especialistas, o lanche é a refeição feita entre o almoço e o jantar e é fundamental para diminuir a fome nas refeições principais.

Apesar de ser importante para a saúde, a hora do lanche pode também ser perigosa, principalmente por causa da falta de opções.

Essa falta de opções é um grande obstáculo para uma alimentação balanceada. Comer um salgado ou algo mais calórico uma vez ou outra não tem problema, mas quando isso se torna um hábito, pode ser ruim.

Outro problema que também pode atrapalhar a rotina alimentar é o estado emocional , muita gente desconta agonias e tristezas na comida. As pessoas quando comem em momentos de estresse, como por exemplo, chocolate, pudim, coxinha, massas, esfirras e tortas, o resultado para o organismo é ruim.

O problema é que, na maioria das vezes, as pessoas escolhem esses alimentos no fim da tarde, por falta de opção, ou por gula, e não por fome.

Apesar das dificuldades e da gula, é possível fazer um lanche saudável.

O importante é fazer combinações corretas, sem restringir o grupo alimentar – por exemplo, uma refeição com pão com manteiga, bolo e suco tem só carboidratos; se for de iogurte, achocolatado, peito de peru e queijo, só proteínas; e no caso de granola, pipoca e banana, apenas fibras. Todas essas combinações são exemplos de lanches ruins, segundo os especialistas.

O ideal é que a refeição tenha os três grupos, alertamos que é bom evitar bolos, biscoitos recheados, salgadinhos e refrigerantes e preferir sempre alimentos naturais ou minimamente processados.

Outra dica é levar lanches de casa, como pacotinhos pequenos de sementes, peras, iogurtes, maçãs, bananas e outros alimentos leves.

Fonte: G1.com

OMS RECOMENDA REDUÇÃO DO CONSUMO DE AÇÚCAR PELA METADE

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O objetivo é fornecer recomendações sobre o consumo de açúcares livres para reduzir o risco de Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) em adultos e crianças; com um foco particular sobre a prevenção e controle de ganho de peso e cárie dentária.

As novas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam que apenas 5% do total de calorias ingeridas ao dia venham do açúcar. Essa quantidade é metade do que o órgão sugeria há dez anos, quando foi publicada sua última diretriz sobre o tema.

De acordo com a OMS, fazer com que 10% das calorias diárias venham do açúcar é o mínimo para beneficiar a saúde. No entanto, reduzir essa porcentagem para 5% proporciona efeitos positivos adicionais. Essa taxa equivale a 25 gramas de açúcar por dia (cerca de seis colheres de chá) — ou 100 das 2.000 calorias diárias recomendadas para um adulto diariamente.

A recomendação abrange todos os tipos de açúcar (sacarose, glicose e frutose) vindos de alimentos como o açúcar de mesa, mel, sucos e polpa de frutas ou adicionados a produtos industrializados.

A Organização alerta ainda sobre o elevado custo de doenças como a Obesidade e Cáries Dentárias para o orçamento de saúde. Elas custam, em média, de 5% a 10% do orçamento dos países industrializados – e esse número tende a crescer. Essas doenças são causadas pelo aumento da ingestão de altas doses de açúcar contidas em produtos industrializados que, por vezes, não são vistos como doces. Em uma colher de sopa de ketchup, por exemplo, há quatro gramas de açúcar (cerca de uma colher de chá), enquanto uma lata de refrigerante chega a ter quarenta gramas de açúcar, ou dez colheres de chá.

O açúcar pode provocar várias manifestações, como alterações da memória, miopia, hipertensão, derrame, câncer, acne, e síndrome metabólica que leva a aumento do risco coronariano, entre outras.