Dicas para preparar uma Ceia de Natal saudável

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O Natal está chegando e com ele a preocupação do que preparar para a Ceia neste dia tão especial.

Esse é um dos momentos em que é mais provável deixar de lado uma alimentação saudável de um ano todo e cair nos exageros. Mas saiba que é possível aproveitar bem a Ceia e ainda assim continuar mantendo os cuidados com a Saúde.

Se a variedade de alimentos da Ceia de Natal lhe deixa inseguro para fazer as escolhas mais saudáveis, as orientações abaixo poderão lhe ajudar:

Diminuir o tamanho das porções pode ser uma alternativa para não se privar dos alimentos tipicamente natalinos.

Ter uma atenção especial ao modo de preparo dos alimentos também é importante. Utilizar pouco óleo para preparar os alimentos, preferir opções assadas e investir em saladas cruas ou frutas sem caldas.

No preparo da farofa e demais recheios para carnes, evite embutidos como linguiça e presunto. Doses extras de sódio e gordura devem ser evitadas.

As carnes como peru, chester, tender, lombo e pernil podem ser regadas com suco de laranja com ervas enquanto são assadas. Dessa forma, ficam suculentas e podemos dispensar a manteiga da cobertura dos assados.

As frutas secas e castanhas podem ser consumidas, porém com moderação. Em excesso podem contribuir para aumentar o valor calórico da refeição.

Prefira sucos naturais que não necessitem de açúcar extra. Bebidas alcoólicas são geralmente calóricas, portanto, cuidado com a quantidade ingerida.

Lembre-se que a satisfação do Natal é o encontro com as pessoas que amamos! E a alimentação equilibrada só fortalece esse momento!

Pequenas mudanças na forma de preparo e algumas substituições de alimentos gordurosos por outros mais saudáveis podem deixar os tradicionais alimentos da ceia de natal mais saudáveis. Comer com moderação e bom senso também auxilia bastante aqueles que não querem deixar de aproveitar os banquetes das comemorações.

Algumas dicas são:

  • Dê preferência a carnes magras e sem pele;
  • Opte pelas carnes grelhadas, se for possível;
  • Evite utilizar molhos muito gordurosos;
  • Troque alguns alimentos pela sua versão integral, como o arroz e massas;
  • Prefira as frutas oleaginosas como nozes, amêndoas e castanhas ao invés das frutas cristalizadas que possuem muito açúcar. É Importante não exagerar na quantidade do consumo, pois estas frutas oleaginosas também possuem bastante gordura;
  • Em questão de calorias, o peru é a melhor opção se comparado com o tender e o chester. Mas atenção consuma-o sem a pele;
  • Não exagere no consumo do Panetone que possui muitas calorias e é pobre em nutrientes;
  • Para a sobremesa, opte por frutas frescas.

Fonte: Dicas de Nutrição

01 de dezembro – Dia Mundial de Luta Contra a Aids

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Desde a sua descoberta, em 1981, o HIV/AIDS matou mais de 25 milhões de pessoas. O vírus enfraquece o sistema imunológico do corpo gradualmente, geralmente durante um período de até dez anos após a infecção. A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) atinge indiscriminadamente homens e mulheres e tem assumido proporções assustadoras desde a notificação dos primeiros casos, no início da década de 80, nos Estados Unidos. Apesar de não ter cura, hoje já se sabe que é possível viver bem, mesmo com o vírus da AIDS. O segredo para evitar a doença: Informação e prevenção.

O que é a AIDS?

A AIDS é um conjunto de sintomas que indica ineficiência da capacidade de defesa do organismo contra doenças.

O vírus que causa a AIDS é o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). Ele destrói as células de defesa mais importantes do organismo, deixando o indivíduo sujeito a uma série de doenças e infecções, que o levam à morte.

Transmissão:

O vírus da AIDS é transmitido de várias formas:

  • Em relações sexuais com pessoas contaminadas
  • Em transfusão de sangue e seus derivados contaminados
  • No uso de agulhas e seringas que contenham sangue contaminado
  • De mãe infectada para o filho, durante a gestação, parto ou amamentação.

O que não transmite AIDS:

  • Compartilhar roupas, camas, vasos sanitários, copos, pratos e talheres, ou nadar na mesma piscina.
  • Abraçar ou beijar a pessoa contaminada
  • Por meio de picadas de insetos
  • Através de tosse, espirro, suor, lágrima e alimentos.

Sintomas:

  • Febre persistente
  • Diarréia prolongada
  • Manchas na pele
  • Cansaço fácil sem causa aparente
  • Emagrecimento inexplicável
  • Infecções “oportunistas” (exemplo: pneumonia)
  • Câncer de pele
  • Ínguas
  • Monilíase (sapinho) oral

Ao sentir alguns dos sintomas acima, procure um médico.

Testes:

  • Imunoenzimático (ELISA)
  • Imunofluorescência Indireta (IFI)
  • Western Blot (WB)

Todos os testes são altamente eficientes no diagnóstico da infecção pelo HIV, desde que realizados com material de boa qualidade e por pessoas adequadamente treinadas. O teste mais realizado é o ELISA.

Como a doença se desenvolve:

Quando o organismo é infectado pelo vírus HIV, começa a produzir anticorpos que poderão ser detectados, em média, e meses após o contágio.

Antes desse período, apesar dos testes serem negativos, as pessoas podem transmitir o vírus.

É a chamada janela imunológica. Existe um período variável entre a contaminação e o início dos sintomas. Não se pode prever qual vai ser a evolução da infecção, nem quanto tempo vai levar, pois isso varia muito de pessoa para pessoa.

Tratamento:

Desde o aparecimento da AIDS, muitos medicamentos tem sido testados, mas ainda não foi encontrada a cura definitiva para a doença. Drogas como o AZT, DDI, DDC, 3TC, D4T, inibidores de protease, etc. tem a função de impedir a multiplicação do vírus no organismo. As doenças oportunistas, causadas por outros vírus, tais como herpes e hepatite, também devem ser tratadas.

Como lidar com o doente?

Todo portador do HIV e todo doente com AIDS tem direito a: freqüentar escolas e alojamentos; ter emprego e receber tratamento médico, além de respeito e apoio da família. A solidariedade é a principal atitude de alguém que convive com a pessoa portadora de HIV. Como o contágio só acontece em situações específicas, nada deve impedir que o doente receba todo cuidado, carinho e atenção que merece.

Hoje, com a evolução dos tratamentos da AIDS, a qualidade de vida dos portadores do HIV tem se tornado cada vez melhor.

Como prevenir?

  • Usando camisinha em todo e qualquer tipo de relação sexual, seja vaginal, oral ou anal
  • Usando seringas e agulhas descartáveis ou devidamente esterilizadas
  • Exigindo sangue analisado por exames de laboratório nas transfusões
  • Esterilizando ferramentas médicas, odontológicas e de tatuagem
  • Realizando a devida higiene de aparelhos de manicure, acupuntura, ET.
  • Tratando adequadamente doenças sexualmente transmissíveis, ferimentos ou infecções nos órgãos sexuais, que aumentam as chances de contágio
  • Realizando teste pré-natal: toda mulher grávida deve ser orientada para fazer o teste de AIDS durante os exames de pré-natal. O AZT, quando usado a partir da 14ª – 16ª semana de gestação na mulher HIV positivo, reduz o risco de contaminação para o bebê.

Fonte: Central Nacional Unimed

25/11 – Dia Internacional do doador de sangue

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Doação de sangue é o processo pelo qual um doador voluntário tem seu sangue coletado para armazenamento em um banco de sangue ou hemocentro para um uso subsequente em uma transfusão de sangue.

O processo é rápido e muito prático. Basta encaminhar-se a algum posto de doação de sangue e fazer sua parte.

  • Quatro é o número de vidas que podem ser salvas com cada doação de sangue;
  • Sangue representa cerca de 7% do peso corporal de um indivíduo adulto;
  • Doando sangue você não ganha nem perde peso;
  • Mulheres podem doar sangue mesmo no período menstrual;
  • Mulheres representam menos de 40% dos doadores de sangue no Brasil;
  • Para o homem, após uma doação de 450 ml de sangue, o plasma é reposto em 48 a 72 horas, os glóbulos vermelhos em aproximadamente 4 semanas e o estoque de ferro em aproximadamente 8 semanas;
  • Para a mulher, após uma doação de 450 ml de sangue, o plasma é reposto em 48 a 72 horas, os glóbulos vermelhos em aproximadamente 4 semanas e o estoque de ferro em aproximadamente 12 semanas;

Cinco são as etapas para uma doação de sangue: cadastro (ou registro) do doador, triagem clínica (inclui teste de anemia, verificação da pressão arterial, batimentos cardíacos, peso, temperatura e questionário sobre sua saúde), voto de auto-exclusão, doação propriamente dita e lanche pós- doação.

Segue alguns requisitos e restrições para doação de sangue

Requisitos básicos

  • Estar em boas condições de saúde;
  • Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos;
  • Pesar no mínimo 50kg;
  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
  • Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação);
  • Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social);

Impedimentos temporários

  • Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas;
  • Gravidez;
  • 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;
  • Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses);
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;
  • Tatuagem nos últimos 12 meses;
  • Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar 12 meses;
  • Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses;

Impedimentos definitivos

  • Hepatite após os 11 anos de idade;
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;
  • Uso de drogas ilícitas injetáveis;
  • Malária;
  • Hepatite após o 11º aniversário: Recusa Definitiva; Hepatite B ou C após ou antes dos 10 anos: Recusa definitiva; Hepatite por Medicamento: apto após a cura e avaliado clinicamente; Hepatite viral (A): após os 11 anos de idade, se trouxer o exame do diagnóstico da doença, será avaliado pelo médico da triagem;

Intervalos entre as doações

  • Homens – 60 dias (máximo de 04 doações nos últimos 12 meses);
  • Mulheres – 90 dias (máximo de 03 doações nos últimos 12 meses).

Locais

Posto Clínicas

Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 155 1º andar – Cerqueira César – São Paulo.
De segunda a sexta-feira, das 7 às 19h00.
Sábados e feriados, das 8 às 18h00.
Domingos, 1º e 3º de cada mês, das 8 às 13h00.
Fechado nos demais domingos.
Estacionamento gratuito para carros, por até duas horas.

Posto Dante Pazzanese

Av. Dr. Dante Pazzanese, 500 – Ibirapuera – São Paulo.
De segunda a sexta, das 8 às 17h00.
Sábados, das 8 às 16h00.
Fechado aos domingos e feriados.

Posto Regional de Osasco

Rua Ari Barroso, 355 – Presidente Altino – Osasco.
De segunda a sexta-feira, das 8 às 16h30.
Sábados, 1º, 3º e 5º de cada mês, das 8 às 16h00.
Fechado nos demais sábados, domingos e feriados.

Posto Barueri

Angela Mirella, 354 Térreo – Jd. Barueri – Barueri.
Próximo à Av. Sebastião Davino dos Reis.
De segunda a sexta-feira, das 8 às 16h00.
Fechado aos sábados, domingos e feriados.

Posto Mandaqui

Voluntários da Pátria, 4227 – Mandaqui – São Paulo.
De segunda a sexta-feira, das 12h45 às 18h00.
Fechado aos sábados, domingos e feriados.

Posto Pedreira

João Francisco de Moura, 251 – Vila Campo Grande – São Paulo.
De segunda a sexta-feira, das 7h30 às 12h30.
Sábados, 1º, 3º e 5º de cada mês, das 7h30 às 16h30.
Fechado nos demais sábados, domingos e feriados.

Fonte: Fundação Pró-sangue

14 de Novembro – Dia Mundial do Diabetes

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Especialistas alertam no Dia Mundial do Diabetes, lembrado hoje (14), que o excesso de peso e o sedentarismo são as principais causas do diabetes tipo 2, que atinge 90% das pessoas com problemas em metabolizar a glicose. De acordo com a Federação Internacional do Diabetes, existem hoje 12 milhões de diabéticos no Brasil e 5 mil novos casos são diagnosticados por ano.

O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, João Eduardo Salles, desfaz o mito de que só os doces contribuem para o diabetes. “Não é o fato de comer doce que leva ao diabetes, é sim o fato de engordar e ser sedentário, independentemente de comer doce. Se está engordando o risco de diabetes é maior”, ressaltou Salles, ao acrescentar que com a idade o risco aumenta. Quem tem muita gordura concentrada na barriga também deve ficar atento e fazer exames, pois este é outro fator de risco. Nesta sexta-feira, a entidade promove ações de conscientização em todo o país.

Segundo o especialista, o diabetes é uma das maiores causas de cegueira, de insuficiência renal, além de aumentar em até quatro vezes o risco de doenças cardiovasculares. “Quem se cuida não tem estas complicações”, frisou Salles.

O diabetes tipo 1 ocorre quando o corpo não produz insulina, enquanto a do tipo 2 se dá nos casos em que há produção da insulina, mas em quantidade insuficiente ou quando ela não é processada pelo organismo de forma adequada.

Enquanto o diabetes é uma doença crônica sem cura, o pré-diabetes é um estágio anterior da doença em que ainda há como reverter o quadro. “[Isso] ocorre quando os níveis de açúcar no sangue já estão acima do considerado normal, mas a reversão do quadro ainda é possível, por meio de mudanças no estilo de vida, o que inclui adotar uma alimentação mais saudável, deixar de fumar e praticar exercícios físicos de forma regular”, explicou a gerente científica do Negócio Nutricional da Abbott, Patrícia Ruffo. Quem faz exames periódicos de glicemia pode constatar antes o pré-diabetes e se esforçar para reverter o caso e assim evitar a doença, que não tem cura.

Levantamento feito em parceria entre a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e a Abbot, empresa de saúde global que conduz pesquisas e desenvolve produtos para a área, apontam que 45% da população não sabem que práticas como o controle de peso e exercícios regulares podem ser parte do controle tanto do pré-diabetes quanto do diabetes. “A falta de informação preocupa, já que o pré-diabetes é uma condição que permite a reversão do quadro a partir de medidas simples no cotidiano”, avaliou Patrícia.

Estudos da Associação Americana de Diabetes mostram que uma pessoa pode reduzir as chances de desenvolver o diabetes tipo 2 em 58% dos casos, ao perder 7% do seu peso corporal e fazer 30 minutos de atividades físicas diariamente. Enquanto isso, a pesquisa da SBD com a Abbott mostrou que a mudança de alimentação é o passo mais difícil de ser incorporado à rotina para 60% das pessoas entrevistadas, mas é também o mais importante para o controle da doença e do pré-diabetes, na opinião dos médicos.

Segundo João Eduardo Salles, o tratamento da doença é baseado em uma mudança de estilo de vida. “Perder peso, fazer exercício e comer adequadamente”, lista ele. Além disso, o uso correto e continuo dos medicamentos é essencial, quando necessários. “ A maioria das pessoa começa a tomar o remédio e para. Diabetes não tem cura, mas tem controle, mas as pessoas não podem deixar de tomar os medicamentos. Tem que tomar o medicamento a vida toda e ser acompanhado pelo médico a vida toda.”

Fonte: www.diamundialdodiabetes.org.br